Histórico

BREVE HISTÓRICO DA DIOCESE DE IPAMERI

O projeto de criação de uma nova Diocese, tendo como sede a cidade de Ipameri, compreende uma superfície de 28.930[1] Km², situada na zona fisiográfica denominada “Ipameri”, ao sudeste do estado de Goiás, a ser desmembrada do território da atual Arquidiocese de Goiânia.

A região em grande parte deve sua descoberta para a civilização à procura do ouro. Assim aconteceu no atual município de Cristalina, no qual, ao invés de ouro encontrara as jazidas de cristais que deram nome à cidade. Em Catalão, um dos bandeirantes, de origem catalã (Espanha), se desgarra do grupo e fixa residência próxima ao lugar da atual cidade que ficou com o nome de sua procedência.

Em Caldas Novas, os desbravadores se impressionaram com as águas quentes do ribeirão. Daí o nome que passou para a cidade. Entretanto, Ipameri nasceu de um arraial fundado por Francisco José Dutra com alguns agricultores e criadores, vindos do Estado de Minas Gerais, que edificaram uma capela dedicada ao Divino Espírito Santo.

A Diocese em estudo se constituirá de 19 municípios, com uma população global de 162.909 habitantes. Não é das regiões mais desenvolvidas do Estado e seu crescimento demográfico é menos “explosivo” e mais orgânico. Isto se deve, talvez ao fato de estar situada fora da influência das novas e modernas rodovias.

Então, a Diocese de Ipameri foi criada em 11 de outubro de 1966, pela Bula “De animorum utilitate” do Papa Paulo VI, desmembrando-se da Arquidiocese de Goiânia. No entanto, esta nova Diocese foi instalada somente em 06 de dezembro de 1966, pelo Exmo. Sr. Núncio Apostólico do Brasil Dom Sebastião Baggio, Arcebispo Titular de Éfeso.

[1] Devido a criação da Diocese de Luziânia em 28 de março de 1989, o território da Diocese de Ipameri ficou com uma superfície de 22.104,9 Km².