Ações comuns evangelizadoras da Diocese de Ipameri para o ano de 2020

0
71

Durante a Miniassembleia Diocesana de Pastoral, que aconteceu nos dias 29 a 30 de novembro do ano passado, a Diocese de Ipameri (GO) escolheu as ações comuns para a evangelização no ano de 2020, à luz das Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil (DGAE 2019-2023). Participaram do evento, 142 participantes, entre eles, o bispo diocesano, Dom Francisco, os presbíteros, diáconos, religiosos e religiosas, membros das Coordenações Diocesanas de Pastorais, movimentos, organismos e serviços eclesiais e delegados das paróquias.

As ações comuns aprovadas pela Diocese de Ipameri a partir dos quatro pilares das DGAE, Palavra, Pão, Caridade e Ação Missionária são as seguintes.

Pilar da Palavra: iniciação à vida cristã e animação bíblica da vida e da pastoral

1. Assumir o caminho de iniciação à vida cristã, de inspiração catecumenal, com a necessária reformulação da estrutura Paroquial catequética e litúrgica, com especial atenção à catequese para a recepção e vivência dos sacramentos com crianças, jovens e adultos, a partir dos desafios do mundo urbano e o dinamismo das comunidades eclesiais missionárias (Cf. DGAE 150 e 151).
2. Promover e fortalecer a formação bíblico-teológica-pastoral de forma contínua e sistemática para os leigos e, em especial às lideranças, implantando estudo sobre a Palavra de Deus em todas as realidades da vida eclesial: Paroquial, Região Pastoral e Diocesana (Cf. Diretrizes da 10ª Ass. Dioc. Nº 2).

Pilar do pão: liturgia e espiritualidade

1. Resgatar a centralidade do domingo como Dia do Senhor por meio da participação na Missa Dominical ou, faltando essa, na Celebração da Palavra, zelando pela qualidade da homilia, cuidando para que a vida litúrgica lance raízes profundas na existência e na vida comunitária e social (Cf. DGAE 164 e 169).

2. Promover uma liturgia essencial, que conduza os fiéis a mergulhar no mistério de Deus, sem deixar fora da oração comunitária o chão concreto da história, valorizando o canto litúrgico e o espaço sagrado, incentivando a comunhão entre as pastorais da Liturgia, da Catequese, da Cultura e da Arte Sacra (Cf. DGAE 162 e 167).

Pilar da Caridade: a serviço da vida

1. Priorizar as ações com as famílias e com os jovens como resposta concreta aos sínodos da família (2014 e 2015) e da Juventude (2018), para que, sustentados e animados pela comunidade de fé, possam ser sal e luz, mantendo viva a esperança do Reino, desenvolvendo grupos de apoio a vítimas da violência nas suas mais variadas formas, de modo especial as agredidas pela dependência química (Cf. DGAE 175 e 178).

2. Inserir nas prioridades das comunidades de fé o cuidado para com a casa comum,
em sintonia com o magistério social do papa Francisco, implantando uma Ecologia Integral que encoraje o laicato a continuar o empenho apostólico, inspirado na Doutrina Social da Igreja, pela transformação da realidade a partir do engajamento consciente em todas as realidades temporais (Cf. DGAE 181 e 179).

Pilar da Ação Missionária: estado permanente de missão

1. Inserir a Igreja Diocesana nos Meios de Comunicação Social, especialmente nas redes sociais, deve ser um constante desafio aceito pelas comunidades e vivenciado de modo testemunhal e missionário, priorizando a pessoa como objetivo da ação Missionária, onde a Cultura do Encontro deve ser o pano de fundo para a missão permanente (Cf. DGAE 195 e 197).

2. Desenvolver projetos de visitas missionárias em áreas e ambientes mais distanciados da vida eclesial, acompanhando de perto a realidade urbana, com a criação de observatórios ou organismos semelhantes, que percebam os ritmos de vida das cidades, suas tendências e alterações, valorizando a dimensão Mariana e outras formas de piedade popular na evangelização e missionariedade da Igreja. (Cf. DGAE 191, 190 e 202).